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Dia de S. Valentim

A menos de uma semana do Dia de S. Valentim, a amizade e mesmo o "amor" pairam no ar e estão mais vivos do que nunca. As mensagens são trocadas com muito maior frequência e o espírito é outro - mais romântico...

Por isso a Biblioteca Escolar do Centro Escolar de Cerveira preparou-se condignamente para assinalar esta data: a lenda de S. Valentim, decoração a condizer, sem esquecer um marco de correio onde as mensagens de amizade ou de amor são introduzidas e mais tarde chegarão ao seu destinatário... e que êxito ele está a ter: as mensagens são mais do que muitas! Parabéns à dª Emília que teve a ideia maravilhosa de celebrar esta quadra.
Afinal, esse magnífico sentimento que todos deveríamos nutrir, ainda se faz sentir!



Paralelamente, e porque a data quase coincidia, foi-se trabalhando em função do também muito próximo Carnaval.
Foi promovido um muito concorrido workshop em que os alunos iam manufacturando máscaras e fantasias de Carnaval. O resultado foi muito interessante.


Fernando Mota





O veado insatisfeito

Quantas vezes as aparências nos enganam!
Não é de admirar que aconteça o mesmo a um simpático veado. E quando se é vaidoso em demasia, isso pode levar-nos a situações muito perigosas, que podem mesmo custar-nos a vida. Foi com este conto que os alunos do primeiro e segundo ano, orientados pelo Professor Luís, conseguiram elaborar o seguinte trabalho, e dele tirar ilações:


Fernando Mota




Big Buck Bunny

Um coelho com o nome de Big Buck Bunny tinha de ser realmente grande. Mas, ser grande não é sinónimo de rude, sem sentimentos... Este coelho, pelo contrário, não tinha nada de grosseiro: adorava a Natureza e delirava com os movimentos graciosos das borboletas! E, acima de tudo, tinha um enorme respeito por todos os animais.
Bem, não vou contar uma história. Isso fica para os meninos do terceiro e quarto ano de Covas, que, orientados pela professora Vera, executaram este vistoso trabalho:

Big Buck Bunny


Era uma vez um coelho chamado Buck. Mas não era um coelho normal, era um coelho grande, gordo e valente.

Numa linda manhã, na floresta, o Buck acordou bem-disposto e cheio de energia. As flores irradiavam um aroma fresco e suave e o Buck não resistiu a cheirá-las! De repente, uma linda borboleta voava por ali e pousou numa flor. Era tão distinta, tão majestosa que o Buck decidiu segui-la e brincar com ela.

Estavam três malandros numa árvore: Brown - o esquilo voador; Grey -- O Rato e Laranja -- A Raposa.

Matreiros como eram, tentavam matar as lindas borboletas da floresta. Buck ficou furioso e decidiu castigá-los, construindo algumas armadilhas.

O Orange foi o primeiro a ser apanhado com um grande tronco de árvore na cabeça. Depois de algumas tentativas falhadas, Grey foi o segundo a ser eliminado por uma catapulta.

O Brown julgava-se mais esperto e tentou escapar, planando por cima das armadilhas, porém bateu contra uma árvore e caiu. O Buck apanhou-o e conseguiu por fim à sua vingança. O valente coelho fez dele um papagaio de papel e se fosse mais bonito parecia uma borboleta.

O Buck sabe que todos os animais devem ser bem tratados e têm direito à vida.

Alunos do 3. º e 4. º anos

E.B. 1 de Covas





Fernando Mota

LANTERNA MÁGICA

Nos dias 19, 20 e 21 de Janeiro, as turmas do 1ºA, 1ºB e 1ºC do Centro Escolar de Cerveira, dirigiram-se à Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, para assistir a uma hora do conto que tinha como tema a Lanterna Mágica. A Maria e o Rui encantaram-nos com a leitura do livro “A Mãe Galinha” de Maria Morais.
No final da leitura, fizemos desenhos colectivos sobre a história. Para explorarmos as cores, as palavras e as formas. Depois visualizámos os nossos desenhos na Lanterna Mágica. Foi magnífico.
Adorámos esta iniciativa. Obrigada!




Trabalho elaborado pelas turmas do 1ºA, 1ºB e 1ºC do Centro Escolar de Cerveira

Rios de Portugal

Entre outras tarefas, nas Bibliotecas Escolares também se fazem trabalhos de investigação. Foi o que aconteceu recentemente com os rios de Portugal. Após a investigação, ficou-se a saber onde nasce cada rio, as principais cidades ou vilas que eles banham e onde é que eles vão desaguar, para além de muitas outras curiosidades relacionadas com a sua fauna, flora e muitas outras coisas. Por fim, fizeram-se cartazes onde se ilustravam as aprendizagens efectuadas. Exemplos disso são os excelentes trabalhos dos terceiros e quartos anos das EB1 de Covas, de Cornes, de Mentrestido e ainda de Campos:




Fernando Mota









Continuação do texto "Isabel e o anão"


No âmbito da produção escrita, a professora Guilhermina Póvoa sugeriu aos alunos que imaginassem a continuação do texto "Isabel e o Anão", de Sophia de Mello Breyner Andresen.

De todos os textos produzidos pelos alunos foi seleccionado o seguinte:


«Poderia ficar assim muito tempo a olhar enquanto ele continuasse a dormir.»
Passado uns minutos, o anão começou a mexer-se, Isabel ajoelhou-se, o anão sentou-se e abriu os olhos.
-Ah! Assustaste-me, humanos imbecis!
-Desculpe, mas perdi-me aqui na floresta e… -E pensaste que eu te podia ajudar? – interrompeu o anão.
-Exactamente! Pode? – Perguntou Isabel cheia de esperança.
-Posso o quê?
-Ajudar-me a voltar para casa!
-Oh! Chamo -me Pluch.
-Podes ou não? – Indagou Isabel, cada vez mais irritada.
-Posso, já agora como te chamas?
-Chamo-me Isabel.
De repente, passou por cima deles um gigante.
-O que foi aquilo?
– Foi só um gigante. – Disse o anão descontraidamente.
-Um gigante?!
-Sim, Isabel, tu estás numa floresta mágica, aqui há tudo o que os humanos pensam que não existe.
-Ena!
-Cuidado! Vem aí um ogre!
-O que é que eu faço? – Interrogou apavorada.
-Afasta-te!
-É para já. -disse Isabel ao mesmo tempo que se desviava.
-Os humanos não têm mesmo cérebro! Se eu não estivesse aqui, tu também não estavas. Sabes onde estavas?
-Não, onde?
-Na barriga de um ogre! – Exclamou divertido.
-Tens razão, ainda bem que estás comigo!
- Isabel, vives para o lado Norte ou para o lado Sul?
-Para o Norte.
-Estou a ver, vives em Viana?
- Não, vivo em Cerveira.
-Ah, então é para lá que vamos.
-Sabes o caminho?
-Sei, achas que sou burro é?
-Não, de modo algum. – Respondeu apressadamente.
- Acho bem.
-Vamos aonde? Estás a ir para sul?
-Vamos para o aeroporto.
-Ai é? Existe um aeroporto nesta floresta?
-Sim, porque perguntas? Desconfias de mim?
-Não, não! Mas se tudo isto possui magia, como são os aviões? Serão pétalas de rosas, borboletas gigantes ou …
-É aquilo. – Interrompeu Pluch apontando para o céu. Mas Isabel não via nada, então perguntou:
- Onde? Não consigo ver nada!
– Já me esquecia que eras uma humana, e os humanos não os conseguem ver, é mesmo como eu digo, humanos imbecis!
- Os humanos não são tontos! – Contrariou Isabel.
- Ai não? Então, explica-me a parte das guerras!
- Está bem, os humanos são um bocado estúpidos, mas só um bocadinho… - aceitou Isabel.
Isabel e o anão percorreram aquela magnífica floresta mágica durante uns minutos. Pluch começou a gostar cada vez mais de Isabel e dos outros humanos.
- Já chegamos! - Avisou o anão.
A menina observou a beleza daquele aeroporto. Ficava no meio de uma clareira e tinha milhares de cores. Pássaros de grande porte voavam em círculos e um deles pousou delicadamente junto do anão.
- Aqui estás Zorbas! – Disse Pluch dando uma festinha no bico azul do pássaro. – Sabes Isabel, Zorbas e os seus amigos voam à velocidade da luz, chegaremos a Caminha em menos de um segundo!
- Fantástico!
- Depois, apanhamos um táxi até Lanhelas e daí vamos a pé até Vila Nova de Cerveira.
- Está bem, vamos, já estou pronta! – Respondeu Isabel entusiasmada.
Isabel adorou viajar nas penas macias do pássaro, mas detestou o táxi, pois, o caracol Ambrósio não se despachava! Perto de Lanhelas, o anão deu a Isabel uma poção para que esta encolhesse. Isabel ficou muito diferente, tornou-se ainda mais bonita e as roupas eram lindas.
No caminho encontraram um carro de brincar. Isabel pensou utilizá-lo para chegar mais depressa ao destino. E assim fez.
É claro que Isabel ficou pequena e imortal. Os dois casaram e tiveram um filho chamado Guilherme. Este tinha a cara da mãe, mas a barba do pai.
Venderam a antiga casa de Isabel e aumentaram a de Pluch.



Texto elaborado por:

Matilde Conde
4.º B
Centro Escolar de Cerveira

Um tubarão na banheira

Desta vez, um livro para os mais novos.
Um aquário vazio e um avô que não encontra os óculos é o ponto de partida para uma narrativa inspirada e divertida de David Machado. Ir à pesca era a melhor forma de arranjar um inquilino para o pote de vidro que descobriram no sótão. E foi assim que Osvaldo, “um peixinho de escamas azuis e verdes”, entrou em cena. Mas o rapaz, que tem um adorável Caderno de Palavras Difíceis, não se conforma com a solidão do peixe. Outra pescaria e o avô ainda sem óculos. Capturam então um novo habitante para o aquário: um tubarão. Como era bastante maior que Osvaldo, teve de ocupar a banheira. No entanto, depois de loucuras várias, ambos acabam devolvidos ao mar. Um porque foge (o Osvaldo), outro porque já deu muitos sarilhos (o tubarão, que não chegou a ser baptizado). Nova pescaria, novo inquilino e, provavelmente, novo desastre. Não se chega a saber, mas adivinha-se.
(http://www.letrapequena.blogspot.com/)

Podemos ver um pedacinho do livro aqui, mas não substitui a leitura em papel.